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O futuro da sua marca já está sendo buscado no Google

O futuro da sua marca já está sendo buscado no Google

Por que medir apenas audiência já não basta

Campanhas em TV, rádio e streaming continuam impactando milhões de pessoas. Mas a pergunta que incomoda qualquer diretor de marketing ou CFO é: quanto isso realmente gera de interesse pela minha marca? Durante muito tempo, GRPs e TRPs foram a régua do mercado. Eles medem exposição, mas não intenção. E é justamente na intenção que está a chave para projetar o futuro.

Ricardo Monteiro fala sobre as Buscas como indicador de interesse do público.

Ricardo Monteiro fala sobre as Buscas como indicador de interesse do público.

No webinar “Como Usar as Buscas para Projetar o Futuro da Sua Marca”, a Tunad apresentou uma resposta direta a esse dilema: usar o volume de buscas como proxy confiável para medir o impacto real das campanhas e antecipar o market share. Afinal, o primeiro reflexo do consumidor interessado é buscar no Google. Medir esse movimento permite enxergar aquilo que antes ficava invisível no offline: o quanto uma campanha realmente engaja.

O diferencial está em transformar dados do Google Trends em volumes reais de busca, analisados em escala 12.000 vezes maior do que painéis tradicionais de audiência. Esse avanço revela algo decisivo: o share of search de uma marca tem até 83% de correlação com seu market share futuro. Ou seja, acompanhar a evolução das buscas não apenas explica o presente, mas antecipa tendências de crescimento ou perda de mercado antes que apareçam nos relatórios financeiros.

As 3 armadilhas do mercado

Os especialistas da Tunad, Ricardo Monteiro, Cesar Sponchiado e Alê Galliotti também chamaram atenção para as três armadilhas que travam o ROI das campanhas: medir apenas audiência, reagir tarde demais e tratar offline e online como universos separados. A proposta é superá-las com uma metodologia de cinco passos — monitorar, identificar, acionar, mensurar e otimizar — que conecta as duas frentes e transforma buscas em estratégia.

Casos de marcas como Coca-Cola Zero, Sky e Banco C6 ilustraram o potencial do método. Ao usar buscas como métrica central, essas empresas ajustaram criativos, otimizaram planos de mídia e conquistaram resultados até quatro vezes mais eficazes quando comparados a estratégias baseadas em CPM. A grande virada é que medir a qualidade do criativo em tempo real — algo antes exclusivo do digital — agora também é possível no offline.

Mais do que inovação, trata-se de acessibilidade. A metodologia é recente, pioneira no Brasil e viável não só para grandes anunciantes, mas também para marcas regionais. Em cerca de 30 dias, já é possível ter indicadores claros e até uma prova de conceito em mãos.

O recado final do webinar foi objetivo: quem mede buscas hoje está projetando o futuro da sua marca amanhã. Ignorar esse indicador é correr o risco de perder mercado sem perceber. Na disputa pela atenção e pela relevância, não vence quem aparece mais, mas quem entende primeiro o que o consumidor já está procurando.


Conclusão e links

O objetivo deste artigo foi mostrar a importância da análise de mídia por meio de dados. A Tunad publica, semanalmente, materiais sobre temas como Monitoramento e Inteligência de MídiaReal Time MarketingShare of SearchShare of Spend e Share of MarketEngajamento da MarcaUplift de Buscas, entre outros.

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