O Google levou seis anos para validar o que a Tunad já defendia.
Entre a pesquisa que começou em 2017 e o palco do Google Marketing Live, a distância entre estar certo e ser reconhecido se paga em anos de trabalho.
Em junho, no Google Marketing Live, em São Francisco, o próprio Google validou publicamente a ideia de que buscas funcionam como sinal confiável de intenção de consumo.
Para a maior parte do mercado, foi uma novidade. Para nós da Tunad, foi a confirmação pública de algo que já defendíamos desde o lançamento comercial do produto, em 2020, seis anos antes. O conceito que hoje chamamos de Share of Search nasceu de uma pergunta simples, feita muito antes de ter esse nome.
Uma pesquisa sem nome
A investigação começou em 2017 e 2018, num momento em que o próprio termo “sinais coletivos de intenção de consumo” nem existia no vocabulário do mercado. Não havia um produto pronto, só a hipótese de que o comportamento de busca, olhado em escala, dizia algo real sobre a intenção do consumidor. O lançamento comercial só veio em 2020, com o Santander como primeiro cliente parceiro de validação, feito a quatro mãos.
Por que o mercado demorou tanto pra chegar lá
O motivo não foi falta de interesse, foi falta de alternativa. Enquanto cookies de terceiros ainda funcionavam, rastrear pessoa a pessoa parecia suficiente. Quando essa porta começou a fechar, sinais coletivos, como o volume de busca por uma marca ou categoria, viraram a saída viável para entender intenção sem depender de um identificador individual.
O problema é que esse sinal, nunca veio como número real de buscas, veio como percentual relativo, índice que o próprio Google disponibiliza. Um percentual mostra que a curva subiu, mas não diz se essa alta representa cem buscas a mais ou cem mil, nem quanto dela pertence de fato a um comercial que foi ao ar, a um jogo, a um evento específico. Sem o número real por trás do índice, dava pra perceber que algo mudou, não dava pra afirmar quanto de interesse genuíno aquilo representava.
Foi aí que nós da Tunad construímos a diferença: um algoritmo que calcula o número real de buscas por trás de cada curva, não o percentual, e atribui essa variação a cada acontecimento específico, um comercial que foi ao ar, um jogo, um evento. É essa ligação entre a variação real de busca e a variação de interesse do público que transforma um índice solto num sinal confiável de intenção de consumo.
O que fazer com isso
Se o próprio Google valida publicamente que busca é sinal de intenção, a pergunta que sobra não é mais se esse sinal importa, é o quanto dele é real, e só um número atribuído a um comercial, um jogo ou um evento específico responde isso, não um índice solto.
Foi essa pergunta que nós da Tunad decidimos responder antes de o resto do mercado sequer formulá-la, seis anos antes do Google validar publicamente a mesma ideia.
Índice mostra que a curva mudou. Número real mostra o quanto disso é intenção de consumo.
– Equipe Tunad.
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